O objetivo funcional de uma escada é, em última instância, unir um piso a outro.
A maneira mais simples de fazer isso é traçar uma linha reta e, assim, percorrer a menor distância possível entre os dois pontos. Quando o desnível a ser vencido for muito grande é aconselhável incluir um patamar de descanso intermediário para proporcionar conforto ao usuário. Como regra geral podemos dizer que o patamar é desejável quando o desnível supera dois metros de altura ou quando a escada está em um imóvel público e sua freqüência de uso é maior. Em algumas grandes cidades, o código de obras local regulamenta esses valores, que variam de cidade para cidade.

O projeto de uma escada é sempre feito em função do tipo do imóvel e da sua utilização. Assim, um escada em uma escola infantil deve ter características diferentes das de uma escada em uma casa de praia, por exemplo. Em um local público como um restaurante não devemos adotar os mesmos critérios de dimensionamento para a escada principal utilizada pelos clientes e para a escada de serviço que acessa um depósito. Dessa forma, é responsabilidade do autor do projeto especificar ítens como: largura, inclinação, dimensões dos degraus, posicionamento no ambiente, tipo e material dos corrimãos, entre outros, levando em conta, sempre, o usuário final da escada.

Retas em “L” ou em “U”

Escadas retas, quando divididas em trechos, podem assumir outras formas.
Na linguagem coloquial de construtores são chamadas escadas em "L" ou em "U".
Essa denominação se refere ao formato que a escada tem quando vista em planta (de cima para baixo). Assim, uma escada em "L", nada mais é do que uma escada reta que interrompe sua subida com um patamar ou degraus em leque e reinicia em outro sentido formando a letra "L".
O mesmo se aplica para escadas em “U”.
O formato mais comum de escada em “U” tem um trecho reto de seis ou sete degraus, um patamar com o dobro da largura da escada, e um novo trecho igual no sentido contrário ao primeiro.

 
 
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